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T-M Nutrição: O Mito da Proteína.

O Mito da Proteína.Dr Turibio Leite de Barros.
Nutrição é um assunto que gera muitas controvérsias e acaba dando espaço para que muitos mitos sem fundamento acabem se consagrando como verdade. Um desses mitos diz respeito a uma verdadeira “aura” que se constrói em relação às proteínas. Deixando as gorduras de lado, pelo fato de já ser de conhecimento consensual suas contraindicações, existe uma ideia de que os carboidratos são ”vilões” e as proteínas são “boazinhas”.

Esta concepção é tão prevalente que a grande maioria das dietas milagrosas já abordadas neste blog preconiza tirar os carboidratos da dieta. É quase como se carboidrato engordasse e proteína não! Este erro nutricional ainda persiste e infelizmente por mais que se alerte parece que continuará sendo praticado.


Outro aspecto que supervaloriza as proteínas é a ideia de que para se aumentar a massa muscular é necessário associar um alto consumo de proteínas aos exercícios de musculação. Este conceito errado dá margem a vários aproveitadores ganharem dinheiro, muitas vezes em prejuízo da saúde do consumidor. Basta observar a enorme quantidade de suplementos nutricionais à base de proteínas que são comercializados em lojas, supermercados e farmácias, sem falar na venda pela internet. Na verdade não existe nenhum problema em comprar e consumir suplementos com proteínas. O problema está no seu consumo em excesso. Como todos sabem que músculo é basicamente proteína, o raciocínio imediatista leva à ideia de que para aumentar músculo só precisamos de proteínas e que carboidrato, de novo, só engorda!


O aumento de massa muscular é um assunto que daria margem a uma grande discussão porque envolve abordar inúmeros outros aspectos além da nutrição, entretanto vale a pena lembrar alguns pontos essenciais:
- Para aumentar, por exemplo, 1 quilo de músculo, é preciso além da aplicação de um bem elaborado programa de exercícios, haver um saldo calórico de cerca de 7000 Calorias
- Este saldo calórico positivo, absolutamente, não pode ser decorrente do consumo de 7000 Calorias de proteínas, e sim deve ser decorrente de uma dieta equilibrada onde a maior porcentagem das calorias deve ser proveniente de carboidratos (cerca de 60%).
- O consumo de proteínas deve obedecer ao limite diário máximo de aproveitamento deste nutriente pelo organismo, que mesmo para indivíduos com grande massa muscular não ultrapassa 2 gramas por quilo de peso por dia, ou seja um indivíduo de 80 kg, não consegue utilizar mais que 160 gramas de proteína por dia. O que ele consumir a mais os rins terão que eliminar.


- É nesse último aspecto que se situa a maior preocupação, a sobrecarga renal decorrente do abuso do consumo proteico, pois na crença de que proteína “quanto mais, melhor” quem paga a conta são os rins !


O aumento de massa muscular é um assunto que daria margem a uma grande discussão porque envolve abordar inúmeros outros aspectos além da nutrição, entretanto vale a pena lembrar alguns pontos essenciais:

- Para aumentar, por exemplo, 1 quilo de músculo, é preciso além da aplicação de um bem elaborado programa de exercícios, haver um saldo calórico de cerca de 7000 Calorias
- Este saldo calórico positivo, absolutamente, não pode ser decorrente do consumo de 7000 Calorias de proteínas, e sim deve ser decorrente de uma dieta equilibrada onde a maior porcentagem das calorias deve ser proveniente de carboidratos (cerca de 60%).
- O consumo de proteínas deve obedecer ao limite diário máximo de aproveitamento deste nutriente pelo organismo, que mesmo para indivíduos com grande massa muscular não ultrapassa 2 gramas por quilo de peso por dia, ou seja um indivíduo de 80 kg, não consegue utilizar mais que 160 gramas de proteína por dia. O que ele consumir a mais os rins terão que eliminar.


- É nesse último aspecto que se situa a maior preocupação, a sobrecarga renal decorrente do abuso do consumo proteico, pois na crença de que proteína “quanto mais, melhor” quem paga a conta são os rins !


3. Todo mundo precisa de dois gramas de proteína por quilo de peso corporal.

Embora a recomendação típica de dois gramas de proteína por quilo de peso corporal é quase que uma regra, isto não está gravado na pedra. O ideal para atletas de musculação visando crescer é em torno de 2g de proteína por dia. Mas tenha em mente que você não vai crescer (independentemente da quantidade de proteínas que você consome) se você estiver "dormindo" na academia ou se estiver treinando como um frango...

A chave está em adequar a sua ingestão protéica com o seu treino. Se você for um iniciante, você provavelmente não treinará tão pesado como alguém com muita experiência (e nem deve), então você pode ser capaz de conseguir crescer com apenas dois gramas de proteína por quilo de peso corporal. Se você é um hardgainer ou treina com muita intensidade, você pode iniciar com 2g por quilo por dia, mas não hesite em aumentar se você não conseguir fazer significativos e visíveis ganhos.


4. Você consegue digerir apenas uma certa quantidade de proteína por refeição.

Em algum lugar ao longo do caminho, a idéia de que um corpo não pode lidar com mais de 30 g de proteína por refeição guiava seu caminho em tópicos de nutrição. Isso é balela. Você acha que Arnold Schwarzenegger cresceu com 30 g de proteína a cada três horas, o equivalente a comer apenas cento e poucas gramas de frango em cada refeição? Pense novamente. Digestibilidade protéica e a quantidade seu corpo pode absorver por refeição está vinculado ao quanto você pesa e quão pesado você treina. Quanto mais você pesa, mais proteína você precisa. Quanto mais forte você treina, mais proteína você precisa. Consequentemente, quanto mais você precisa, mais você será capaz de digerir, absorver e assimilar. Um homem de 100 kg precisará, em geral, de mais proteína do que um de 80 kg, e deve ser capaz de digerir maior quantidade por refeição. Digestibilidade está também relacionada com a quantidade de proteínas que você consome regularmente. Quanto mais proteína que você come regularmente, melhor o seu corpo torna-se em digerir grandes quantidades de proteína por refeição.


5. Proteínas do leite e derivados promovem ganhos de gordura.

Este mito simplesmente não acaba. A idéia de que os produtos lácteos (leite magro desnatado, iogurte e queijo) - conduzem a ganhos de gordura ou retenção de água é, digamos, errada. Não há nada errado com os laticínios. É uma grande fonte de proteínas, e algumas pesquisas ainda mostram que os lácteos, quando combinados com um baixo consumo calórico, podem eventualmente ajudar na perda de gordura.

O equívoco sobre os derivados do leite poderia estar ligado ao fato de que a maioria dos queijos, incluindo o requeijão e o queijo magro fatiado, conterem excesso de sódio, que tem o potencial de dar início a retenção hídrica. Mesmo assim seria um equívoco, já que fisiculturistas precisam de mais sódio.

Ele leva ao armazenamento do glicogênio e indiretamente auxilia o crescimento através da interação com potássio para ativar os mecanismos da bomba que regula a troca de nutrientes, o que leva à reconstrução muscular.

Além disso, o sódio não é o culpado, o erro muitas vezes é outro. Se de repente sua ingestão de sódio mudar, aumentando abruptamente, a retenção de água é provável que apareça mesmo. No entanto, se você consome produtos lácteos, em uma base regular e mantém uma ingestão de sódio relativamente consistente, você provavelmente irá se adaptar e evitar a retenção de líquidos perceptível.


6. Proteína não pode ser usada como uma fonte de energia.

Este equívoco diz respeito à culturistas em dieta. Alguns treinadores alertam sobre cortar os carboidratos, insistindo em que a falta de carboidratos provoca uma perda de tecido muscular. No entanto, aumentando ingestão protéica durante a dieta, você oferece fontes alternativas para o seu corpo. Sempre que uma dieta low carb causar catabolismo do tecido muscular, um aumento de proteínas "atrai" o corpo para uso dos aminoácidos encontrados nas proteínas como um substituto para os do tecido muscular. Isso se dá através da queima de alguns aminoácidos diretamente e através de um processo conhecido como neoglicogênese, em que os aminoácidos são convertidos em glicose. Aumente a quantidade de proteína quando os carbos estão baixos e você vai se proteger contra a perda muscular.

Nota: no entanto, quando se esta em uma dieta low carb, os níveis de testosterona caem, então tome cuidado ao fazer uma dieta restrita em carboidratos mesmo que você aumente a ingestão de proteínas. O ideal é manter os níveis de testosterona altos durante a dieta, mesmo que seja com a administração exógena da mesma.


Matéria Editada Por: Treino Monster
Fonte: http://drturibio.com/

1 comentários:

Ferri disse...

Sensacional a matéria, quebrando vários tabus de uma vez... Com certeza é o melhor site de bodybuilding atualmente, parabéns

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